Crônicas

O preço da pressa

Queimou a boca ao tomar o café porque estava com pressa de chegar ao trabalho. Pagou mais caro na lavagem do carro porque não quis esperar o outro lava rápido desocupar; tinha só dois carros na frente. 40 minutos de limpeza em cada um.

Avançou o sinal vermelho na madrugada sem perceber que vinha outro veículo, quase provocou um acidente. Optou pelo restaurante mais próximo de casa e pagou mais caro na comida. Passou mal a noite toda com a má digestão.

A pressa tem sido inimiga da perfeição há muito tempo. Os fatos acima são corriqueiros e podem estar em sua lista. Não ter pressa é o grande segredo para tudo de um pouco nesta vida tão corrida. Conte até dez, faz bem e acalma.
Está com fome, espere a comida de casa ficar pronta. Não opte pela rapidez de saciá-la, vai gastar mais e você não irá ficar satisfeito. Dizem que os maiores comelões sofrem de demasiada ansiedade, por isso comem tanto. Satisfação rápida.

Faça valer a pena em tudo que faça. O preço pela pressa sai caro e tem feito muita gente levar uma vida cheia de problemas. Acorde, espreguice; tome seu banho e café com calma. De nada vai adiantar tanta rapidez. Dicas simples para esta vida tão corrida.


Bom dia.

Por Adriano Vieira




Tem vaga aí

Estacionar no centro de Barretos e a redor têm se tornado uma tarefa difícil a cada dia que passa. Não há vagas, e quando tem está indevidamente preenchida. É claro que há espaço para mais um ou dois carros, mas o “bração” não deixou, errou a manobra. 

Relatório do Denatran, referente a dezembro de 2012, aponta Barretos com mais 75 mil veículos e poucos mais de 113 mil habitantes, de acordo a Fundação Seade. Com esses dados é possível imaginar que mais de 66% da população tem veículo.
Com esses números é possível entender porque a cidade carece de vagas para estacionar, principalmente nos pontos mais estratégicos. No centro, onde fica a maioria dos bancos, a tarefa se torna difícil, a não ser que você pague para deixar o veículo estacionado. 

Ao redor da Santa Casa e Hospital de Câncer também não há moleza. O principal hospital da cidade é cercado por consultórios e laboratórios, e o que não falta é gente para estar nesses lugares. Às 6h30 da manhã não há mais vagas, e a demanda só cresce.

Nas proximidades do HC a situação é pior. Além do fluxo de pacientes, carros e ambulâncias, os ambulantes – que não são poucos – já tomam conta das ruas, e o pior, quem sai prejudicado com toda essa bagunça é o doente, que vai e volta na esperança de uma vida melhor.

Por Adriano Vieira

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