domingo, 9 de junho de 2013

Um aniversário bastante comemorado

Minha mãe querida completou mais uma primavera neste domingo, 9. Dentre tantos presentes que ela precisava ganhar, o que estava mais ao meu "alcance" era proporcionar à ela um almoço gostoso, com familiares presentes. Claro que nem todos puderam vir, mas agradeço de coração a presença do tio Val e da tia Doroty. Agradeço também a meu irmão Rogério por ter comparecido a festa e ter "participado" da maneira dele. Isso deixou minha mãe muito contente. E o grande intuito desta reunião foi exatamente isso, deixá-la feliz. Parabéns, mãe, você merece mais do que um simples churrasco.
Na foto, tia Doroty, Cristiane (irmâ), mamãe e pai.

Viva a dona Celeste

Domingo 09 de junho, aniversário da minha mãezinha querida. Como explicar o quanto ela é importante para nós, principalmente para mim. Uma pessoa totalmente do bem. Não consegue enxergar maldade nas coisas, vê tudo com os olhos do bem. Que Deus continua abençoando ela com todo esse amor e serenidade. Feliz aniversário, mãe.

sábado, 8 de junho de 2013

A amiga Grasi

Às vezes entramos em atrito, fincando dias e dias sem conversar um com o outro. De uma hora para outra dá uma louca e logo um resolve puxar conversa. Assim é minha amizade com a linda e doce Grasiele, pra quem eu deixo este post final de mais um sábado à noite.

Mais um sábado à noite

O que fazer em um sábado à noite? Hoje me dei ao luxo de ficar em casa, estudando coisas que ainda preciso aprender de verdade. Deixar de usar minha farta inteligência pela metade. A memória é expansiva e pode processar muito mais do que tem sido feito. Antes, porém, é preciso colocar algumas coisas em seus devidos lugares. Cabeça em ordem produz em dobre e traz resultados satisfatórios. Então vamos a obra... Bom sábado!

Chumbo de todo lado

A falta de respeito entre as pessoas está se tornando cada dia mais frequente. Editorial publicado no jornal O Diário no dia 1º de junho revela a preocupação de um médico “com o crescente abismo de relacionamentos entre os vizinhos, com aumento da taxa de intolerância no convívio”.

Ora, a preocupação do médico não é à toa. O assunto vem de encontro com a realidade bem natural para quem faz o barulho, mas extremamente irritante para quem tem que suportar de boca calada. Infelizmente, a localização não ajuda. Vem chumbo grosso da frente, do lado e do fundo, não tem para onde escapar.

E o pior, o conflito da relação entre vizinhos não tem hora para acabar. Perdeu-se totalmente o respeito e a noção de tempo e espaço. Muitas vezes a reunião começa após as dez da noite e não tem fim. No verão ouve-se até o mergulho na piscina e assim vai madrugada a fora, sem critérios de respeito com a vizinhança.

No entanto, há quem defenda essa atitude desenfreada por estar exatamente enquadrado nos moldes deste comportamento egoísta e desrespeitoso. Há então um “choque” na relação social e pessoal, com cada um tendo sua própria opinião formada e argumentada, sem discutir afinal o que pode ser o certo ou errado.